Direção técnica
Responsável pela especificação, pela simulação de células e pela emissão da responsabilidade técnica junto ao CREA.
Sobre a Quindelvo
Somos uma agência de robótica de São Paulo. Projetamos automação para durar no turno da madrugada, não para brilhar no dia da demonstração.
Nascemos de uma inquietação simples: por que tanto robô caro acaba parado?
A Quindelvo começou em 2014, formada por engenheiros que vinham do chão de fábrica e cansaram de ver projetos de automação naufragarem no mesmo ponto — não na tecnologia, mas na falta de estudo antes e de cuidado depois. Um equipamento excelente instalado sobre uma especificação frágil vira prejuízo. Decidimos trabalhar ao contrário.
Não temos linha de produtos para empurrar. Somos independentes de fabricante, o que nos deixa livres para recomendar o que serve à sua operação e não o que está no nosso estoque. Quando a conta não fecha, dizemos isso com franqueza — perdemos alguns projetos assim, e conquistamos a confiança que sustenta os contratos longos.
Ao longo desses anos, integramos células em engarrafadoras, autopeças, eletrônicos e centros de distribuição. Aprendemos que o mesmo braço robótico se comporta de formas diferentes conforme a poeira, a temperatura e a rotina de quem opera. Por isso medimos antes, simulamos durante e acompanhamos depois.
Continuamos uma equipe enxuta por escolha. Preferimos poucos projetos conduzidos com atenção a um volume que não conseguiríamos sustentar no suporte. É uma decisão que nos custa crescimento acelerado e nos devolve algo mais raro: clientes que voltam e recomendam.
Princípios
Nenhuma recomendação sai sem dados do ciclo real. Preferimos uma visita a mais do que uma promessa a menos. O número orienta a decisão, não a intuição comercial.
Escopo, prazo, riscos e responsabilidades ficam por escrito, em linguagem que você pode revisar com a diretoria. Um projeto que não cabe num documento legível ainda não está pronto para começar.
Escolhemos equipamentos pelo problema, não por parceria comercial. Isso às vezes reduz nossa margem e sempre aumenta a chance de a automação funcionar por muitos anos.
A instalação é o meio do trabalho, não o fim. Acompanhamos disponibilidade, mantemos peças e evoluímos o sistema conforme a operação muda ao longo do tempo.
Automação boa é invisível: some no ritmo da fábrica e só aparece quando alguém percebe que a parada não acontece mais.Cultura de trabalho · Quindelvo
Quem conduz
Cada frente tem um nome por trás. Você fala com quem decide, não com um intermediário.
Responsável pela especificação, pela simulação de células e pela emissão da responsabilidade técnica junto ao CREA.
Conduz montagem, comissionamento e treinamento das equipes de operação na planta do cliente.
Cuida dos planos de manutenção, do estoque de peças críticas e do atendimento nos contratos de suporte.
Próximo passo
Comece por uma leitura técnica da sua operação. Sem compromisso de projeto — só um diagnóstico honesto.